domingo, 12 de dezembro de 2010
HUMANOS DIFERENTES OU INDIFERENTES
A empresa japonesa Honda apresentou uma versão melhorada do seu famoso robô humanóide Asimo. As principais novidades são a capacidade do robô agir em ambientes da vida real, interagindo com humanos em ambientes domésticos e comerciais. É o que a empresa está chamando de "nível avançado de capacidades físicas".Comparado com o modelo anterior, o novo Asimo consegue agir de forma sincronizada com as pessoas - por exemplo, andar de mãos dadas com alguém. Ele recebeu também uma nova função que o capacita a andar empurrando um carrinho com objetos.Comparado com o modelo anterior, o novo Asimo consegue agir de forma sincronizada com as pessoas - por exemplo, andar de mãos dadas com alguém. Ele recebeu também uma nova função que o capacita a andar empurrando um carrinho com objetos.
A Feira Internacional do Robô 2007 (iREX, em inglês) ocorre até sábado sob o lema "Tecnologia Robótica Pioneira do Futuro - Da Indústria até a Vida Diária" e tem a presença de 199 empresas e 66 organizações de todo o mundo. O evento, que acontece a cada dois anos desde 1973, inclui tanto robótica com fins industriais como máquinas para uso pessoal ou doméstico.
Apesar da precisão, da rapidez e da coordenação dos braços articulados ter disputado a atenção do público interessado na fabricação de produtos em massa, com demonstrações que abrangeram desde a montagem de veículos até tarefas de estabelecimento, os robôs do setor de serviços atraíram o maior número de curiosos. A estrela do primeiro dia da Feira foi um humanóide com aspecto de mulher cuja principal habilidade era imitar o comportamento de um paciente na maca do dentista.
O protótipo, chamado Simroid, é avaliado em quase US$ 1 milhão (R$ 1,79 milhões) e poderia ser confundido com um ser humano, pois gesticula, se move e reage aos movimentos do dentista. "O robô é usado como um simulador para práticas de médicos e residentes, com o objetivo final de amenizar a dor do paciente e proporcionar um tratamento mais agradável", afirmou Zenro Sasaki, membro do projeto coordenado pela Universidade de Odontologia de Tóquio. A companhia está analisando um plano para fabricar o Simroid em larga escala e comercializá-lo em hospitais e universidades.
Uma versão diferente de robô para testes é o bebê My Baby, um boneco inteligente que poderia ser confundido com um brinquedo, mas voltado a ensinar futuros pais sobre como tratar os recém-nascidos.
Outra aposta das empresas que participam do evento, que deve atrair mais de 130 mil visitantes, são os robôs-guia, que vão desde empregados domésticos até o modelo recepcionista, em suas variantes com ou sem tela, e que conseguem responder às perguntas.
É o caso do iRobi, da empresa sul-coreana Yujin Robot, criado para resolver simples dúvidas de seu proprietário como uma receita culinária ou tarefas de organização, como a agenda de atividades do dia.
"Você pode acordar de manhã e ser informado de seus compromissos para o dia. Este ano, lançamos (o robô) na Coréia do Sul com sucesso e no ano que vem devemos levá-lo aos Estados Unidos e à Europa", disse Kim Young-jae, diretor da divisão de limpeza da companhia.
Entre as funções do iRobi está a de aspirador e a de entreter, com Karaokê embutido.
Pequeninos
A Feira, com o maior número de participantes de todas as edições, também abriu espaço para os recordes
O i-Sobot, por exemplo, o menor humanóide do mundo, segundo o livro Guinness, com apenas 165 mm de altura, é capaz de dançar e fingir que toca violão. Ele é voltado ao setor de jogos.
As empresas japonesas Seisan Gijutsu e Kawasaki criaram um modelo capaz de resolver o famoso cubo de Rubik, com seus RC-2 e Cube-chan.
O RC-2 desafiava os participantes a misturarem as cores do cubo como quisessem, que ele posteriormente resolveria a trama sem falhas em menos de 80 segundos.
Segundo a organização, o crescimento da feira reflete a forte demanda por robôs, principalmente para o setor industrial, mas também para uso doméstico.
sábado, 11 de dezembro de 2010
INVASÃO DE NANOS ROBÕS



A nanotecnologia é a grande aposta da medicina para combater doenças como câncer, problemas cardíacos e Alzheimer nas próximas décadas. Imagine um exército de robôs com proporções microscópicas entrando em seu corpo para atacar células cancerígenas, destruir bactérias e vírus, inserir medicamentos em células específicas, desobstruir artérias e realizar cirurgias minimamente invasivas. Se você pensou no filme "Viagem Insólita", acertou na comparação, mas errou se achou que vamos falar de ficção científica. A nanotecnologia - área que desenvolve partículas e dispositivos que medem poucos nanômetros (milionésimos de milímetro) - aplicada à medicina, ou nanomedicina, como é chamada, é a grande aposta da ciência para os diagnósticos e tratamentos de diversas doenças dentro de 5 a 20 anos. "A era da nanomedicina irá nos permitir editar o corpo humano e seu genoma, assim como um processador de texto nos possibilita escrever um documento", disse a GALILEU o físico norte-americano Robert A. Freitas Jr., autor do livro "Nanomedicine" (Nanomedicina), e um dos maiores especialistas no assunto
DE INSETOS A ESPIÃOS

nanotecnologia para criar robô espião do tamanho de uma vespaIsrael está a apostar na nanotecnologia para tentar criar um robô do tamanho de uma vespa grande que seria capaz de perseguir, fotografar e matar os seus alvos, afirmou um jornal israelita passada na sexta-feira.O robô voador, apelidado de "vespa biónica", seria capaz de locomover-se por entre ruas apertadas para atingir inimigos teoricamente inacessíveis, como snipers, afirmou o jornal Yedioth Ahronoth.Esta é uma das várias armas desenvolvidas por cientistas para enfrentar militantes, disse a publicação. Entre as outras armas, há um par de superluvas capazes de conceder a quem as usar a força de um "homem biónico" e sensores miniatura para detectar homens-bomba.A pesquisa com nanotecnologia integra o sector de segurança de Israel e promete encontrar soluções criativas para problemas militares até agora insolúveis, afirmou ao Yedioth Ahronoth o vice-primeiro-ministro israelita, Shimon Peres. "A guerra no Líbano provou que precisamos de armamentos menores. Não faz sentido enviar um avião que vale 100 milhões de dólares contra um terrorista suicida. Portanto, estamos a desenvolver armas futuristas", disse o vice-primeiro ministro. Os protótipos das novas armas devem ficar prontos dentro de três anos, afirmou Peres.Fonte. Exameinformática
COMO QUERIAM IR AINDA LONGE, OS PESQUISADORES RESOLVERAM UTILIZAR O ROBÕ SALTADOR COMO UMA ESPÉCIE DE PLATAFORMA DE LANÇAMENTO PARA UM ROBÕ VOADOR.

Imitar a natureza tem sido uma tática de muito sucesso entre os cientistas, principalmente entre os construtores de robôs. Afinal, reproduzir técnicas de movimento e voo que a natureza levou milhões de anos para aprimorar parece ser uma opção inteligente.
Mas sempre restou uma dúvida entre os cientistas quando o assunto é a construção de microrrobôs voadores. Há insetos que voam batendo as asas e há insetos que voam girando as asas. Qual seria a melhor abordagem?
Eficiência no vooDavid Lentink, da Universidade de Wageningen, na Holanda, resolveu tirar a prova, testando esse consenso, a fim de obter uma resposta definitiva sobre qual design da natureza é melhor copiar. Ou mesmo se o projeto dos helicópteros seria o melhor.
Para isso, ele fez o que nenhum roboticista havia feito até agora: ele comparou rigorosamente o gasto de energia das asas de um microrrobô entre os dois tipos de movimento, batendo e girando.
Asas que batem e asas que giram
O pesquisador construiu as asas, inspiradas nas asas de uma mosca, mas em tamanho ampliado. A seguir, mergulhou-as em um tanque com óleo e comparou o gasto de energia quando as asas são postas para bater e quando elas são postas para girar, como os helicópteros fazem com suas asas giratórias.
O resultado não deixa margem a dúvidas: um microrrobô pode economizar até 50% de energia se ele fizer as asas girarem, como um helicóptero, em vez de batê-las para tentar imitar um inseto ou um pássaro, mantendo o mesmo nível de sustentação.
Voo híbrido
A descoberta influenciará todo o futuro desenvolvimento de microrrobôs voadores, que poderão passar a ter um desenho híbrido e usufruir da eficiência dos dois elementos: o desenho da asa dos insetos, que é mais leve e mais eficiente nessa escala, e o giro usado nos helicópteros.
A movimentação circular das asas também é mais econômica em termos de equipamentos, uma vez que elas podem ser conectadas diretamente ao eixo do motor, sem necessidade de nenhuma engrenagem ou sistema complicado de controle.
O consenso também caiu por terra. "Os engenheiros acreditavam até agora que máquinas voadoras do tamanho de moscas deveriam voar como uma mosca para serem energeticamente eficientes, mas nós demonstramos que isso não é verdade," diz Lentink.
Vórtices de sustentação

Robô saltador
Em 2008, pesquisadores suíços apresentaram um robô saltador inspirado em grilos e gafanhotos. Pesando apenas 7 gramas, o robô é capaz de saltar uma distância equivalente a 27 vezes o tamanho do seu próprio corpo.
Robôs saltadores geram bastante interesse entre os pesquisadores que trabalham com robôs miniaturizados. O salto é a forma mais eficiente de se livrar de obstáculos, que são muito difíceis de vencer abaixo de determinadas dimensões
Como queriam ir ainda mais longe, os pesquisadores resolveram utilizar o robô saltador como uma espécie de plataforma de lançamento para um robô voador, que poderá lançar-se em uma missão a partir de qualquer ponto, sem precisar ser lançado ou contar com aparatos fixos de decolagem.
Toda a estrutura do robô saltador transformou-se na base do microrrobô voador, como se fosse um trem de pouso. Ou, seria também igualmente justo falar, o robô saltador recebeu asas.
Depois de pronto, agora mais pesado, o microrrobô voador é capaz de saltar a uma altura de até 1,4 metro, o que é suficiente para que ele alce voo. Ao receber o comando de lançamento, o robô salta, alça voo e dirige-se até um ponto determinado, onde pousa e se prepara para outra "missão." A preparação inclui o recarregamento de suas baterias por meio de células solares.
Asas com músculos artificiais
Agora os cientistas estão trabalhando na capacidade de manter um voo estável. Devido à sua leveza, não é necessário um vento muito forte para tirá-lo do rumo e impedir que ele atinja o alvo programado. A seguir, eles darão ao robô a capacidade de desviar-se de obstáculos que se coloquem em seu caminho.
Uma outra possibilidade futura será dotar o robô - que é um microplanador e não um microavião - de motores que o permitam voar de forma ativa, com maior controle e maior alcance.
Mesmo não tendo motor, o microplanador tem controle sobre o voo - o que o permite estabilizar-se - por meio de músculos artificiais. Os músculos dão total controle sobre as asas. Em um ambiente fechado, não sujeito a ventos, o protótipo é capaz de lançar-se aos ares e voar diretamente em direção a uma fonte de luz.
NANOTECNOLOGIA NO BRASIL

Onde? e como pode-se estudar e desenvolver nanotecnologia?
SE voce estar de saco cheio de economia , e acho essa historia de nano muito interassante. Bem ,na verdade e, com essa nanotecnologia.daqui a alguns tempos teramos os resultados e um deles tem um maior destaque, a mais a da multiplicasão a vida do homem . Ta para alguns hoje em dia essa tecnologia nunca ira existe,mais pode terem certeza que isso E realmente possível.
Acho que em cursos de graduação vc só terá informações básicas.
A nanotecnologia é multidisciplinar entre Física, Química e Biologia.
Para se aprofundar mais é importante vc ter ser graduado em uma das 3 áreas acima citadas e fazer um mestrado ou doutorado na área.
É bom escolher bons orientadores de tese, comece pela Unicamp, Usp , USC.

Nota: Esta tecnologia já existe aplicada, mas é ainda de forma sub utilizada.
No Brasil a EMPRAPA desenvolveu a "língua mecânica" que és capaz de realizar uma degustação precisa de liquido.A ferramenta utilizada para desenvolvi meto foi a Nanotecnologia.
http://www.capes.gov.br/capes/portal/conteudo/10/Nanotecnologia.htm
EM Campinas (SP),no Laboratório Nacional de Luz Síncroton,já existe
O Programa Nacional de Nanotecnologia, Que visa concessão de bolsas de estudos de doutorado pleno , por 48 meses e em caráter piloto, de forma a induzir uma ação específica para acelerar as áreas de Nanotecnologia e Nanociência no País e implementar o Programa Nacional de Nanotecnologia assim como implantar um Centro Nacional de Referência em Nanotecnologia.

Mais informações sobre estes programas podem ser obtidas pelo e-mail cpe@capes.gov.br, ou pelo site WWW.CAPES.gov.br
Inpe novo equipamento novas pesquisas

O Laboratório Associado de Sensores e Materiais do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (LAS/Inpe/MCT). foi recentemente instalado, um sistema para microscopia de força atómica. E esse sistema microscópio custou cerca de R$ 500 mil, e que foi adquirido com recursos da (Finep/MCT). E Que ficará A disposição dos pesquisadores da área e dos alunos de mestrado e doutorado,
-DISCRIÇÃO DO PRODUTO;
Denominado Sistema de Microscopia de Força Atómica Veeco Multimode O equipamento é essencial para estudos em nano tecnologia, com estação de controle Nanoscope V, permite observar os objectos em escala nano métrica, Sabem o que isso significa, (equivale um nanômetro à bilionésima parte do metro).O coordenador dos Laboratórios Associados do INPE também destaca a fabricação de nano e pico satélites. “Trata-se de uma constelação de pequenos satélites, como nano satélite (1 a 10 Kg), pico satélite (0.1 – 1 Kg), e o satélite em um chip (menor que 100 g). A nano tecnologia tem um papel fundamental na redução do peso, tamanho e consumo de energia destes pequenos satélites O setor espacial também pode se beneficiar dos novos componentes eletrônicos derivados da nano tecnologia, mais resistentes a danos de radiação,
As nano tecnologias se apresentam, portanto, como possíveis soluções em novos materiais para estruturas de satélites e naves espaciais; produção e armazenamento de energia; transmissão, processamento e armazenamento de dados; sensores; controle; e sistemas de suporte à vida no espaço. “Enfim, a nano tecnologia estará presente em praticamente todos os subsistemas. Cerâmicas micro e nano estruturadas para barreiras térmicas, protecção contra radiação, sistema de refrigeração de satélites, sensores ambientais.Nano diamante com aplicações como ânodo em baterias de íons de Lítio e em supercapacitores, Nano estruturas semicondutoras de compostos IV-VI para aplicações em detectores de infravermelho, Tratamento de superfícies de materiais (polímeros e metais) para aplicações espaciais por implantação iónica por imersão em plasma.“Como os custos são proporcionais ao peso, vamos precisar de materiais mais leves e resistentes, sem dúvida resultados das pesquisas em nano tecnologia”,
Invasão Robô: Microrrobôs quase prontos para fabricação em larga escala
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
COMO ASSIM? ENERGIA LIMPA!

Por conta dessa nova descoberta muitas das imprensas gigante do mercado estar se sentindo atraída A Bank of América, Fedex Express,e staples,Esses verem uma nova formula de se economizar, e contribuir com o processo da chamada energia limpa e renovalve,pois essa nova formula constituem na constrçcão de célula de combustilves,e não de combustão,eles realiza um processo eletroquimico,com materiais baratos,suas placa cerâmica aliada a cobertura de tintas especiais converte oxigénio e combustilvel em energia eletrica, esse processo libera agua e calor e um pouco de co2 são reutilizado novamente no ciclo.
esse processo e muito mais limpo que uma usina de carvão e se usasse combustível fóssil A firma a BloomEnergy,que passa de 65% a pressa dessa nova forma de se produzir energia.
A Bloom Energy,surgio quando o Dr. KR Sridhar,que trabalhava na Agência Espacial Americana.presidindo o programa espacial de Marte,o obgetivo era usar energia solar e água para produzir ar respirável e combustível.atravez dessa descoberta a equipe percebeu que esse processo poderia ser aplicado aqui mesmo na terra, foi assim que resultou, em 2001, na criação da bloomEnergy
Como poder resolver o problema da energia eletrica, partindo-se da nano tecnologia.cientistas descobriram un método que garante resolver o mercado de eletricidade mundial,esse e o acento que corre pelas dependências da NASA.aqui no Brasil- a coca cola,Walmart estão entre os clientes pioneiro desse novo produto.
Depois de criar um enorme suspense em torno de seu novo servidor A Bloom Energy Sever,lançada hoje nos Estados Unidos A BloomBox.
A Bloombox e um servidor que fornece cerca de 100 (kw)quilowatts em energia eletrica,essa unidade e tão pequena que podemos chama-la de portátil já que ele só chega a ocupar uma vaga de estacionamento, ele produz energia mais limpa e barata, independentimenta da rede eletrica,com essa produção daria para abstescer cerca de 100 residências,mais no momento ele só fornece as empresas, mas já estão fazendo-se contas para que tão logo possa atender o mercado residencial.
o modulo desse servidor permite um armazenamento um ao lado do outro pois sua arquitetura fora projectado para atender a nescecidada de quem só dispõe de pequeno areo ou espaço A expequitativa do retorno do investimento e de 3 ou no maxcimp 5 anos garante a Bloom Energy,
E Afirma que no prasso de 5 a 10 anos esse mesmo tipo de servidor também estará atendendo o mercado de residência
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